top of page

EXPOSIÇÃO ATUAL 

Design sans titre.png

Para baixar o kit de imprensa clique no visual acima

 

O Espace Frans Krajcberg, Centro de Arte Contemporânea Arte e Natureza recebe de 25 de abril a 24 de junho de 2024 os artistas Marie Gueydon de Dives e Benoît Fournier. Uma primeira colaboração entre dois artistas visuais comprometidos, que interagem livremente com as obras de Frans Krajcberg expostas nas salas permanentes. Um encontro para aprofundar a nossa relação com a Natureza e, como queria Frans Krajcberg, destacar o papel essencial do Artista na luta ambiental.

Unidos pelas suas abordagens “mais próximas da Natureza”, os dois artistas combinam aqui pela primeira vez o seu trabalho. Os trabalhos apresentados brincam com escalas, texturas, cores e materiais. O seu poder poético, revelado com subtileza, subverte suavemente a nossa percepção e convida-nos a revisitar a nossa relação com o “Vivo”. Madeira, barro, tecidos, carvão, líquenes, sementes, folhas... são todos ex-votos naturais, que exigem a contemplação dos mínimos detalhes.

 

“As obras são organizadas como homenagens ao invisível, àqueles que permitem a manutenção de ecossistemas viáveis: homens militantes, insetos, umidade, simbioses entre organismos.” (Marie Gueydon de Dives)

PROGRAMAÇÃO

Quarta-feira, 29 de maio, às 18h30: conferência Contra o relógio: por que salvar as florestas tropicais? com a ONG Green Sanctuaries e Thomas Couvreur, botânico e diretor de pesquisa do IRD

 

Sábado, 1º de junho, às 20h: Apresentação de Marie Gueydon de Dives e Julien Bouissou, como parte da Nuit Blanche

 

Quinta-feira, 27 de junho, às 18h30: entrevista pública sobre ecologia interna, entre Marie Gueydon de Dives e Victoire Theismann, psicóloga, escritora e autora do podcast “Se eu mudar o mundo muda: o efeito borboleta”.

OS ARTISTAS

 

Marie Gueydon de Dives vive e trabalha em Uzès.

 

Consultora de ecologia, então cofundadora de um coletivo de upcycling, tornou-se escultora e instala as suas instalações in situ na Natureza. Suas obras buscam despertar nossa sensibilidade, nossa acuidade visual, nossas percepções intuitivas, além das palavras, para melhor questionarmos a relação entre o homem e o invisível.

 

Seus líquenes nos convidam a observar atentamente o microcosmo da casca; suas estampas de árvores revelam sua estrutura interna (arquitetura de água e madeira); suas raízes estão na memória para nos ajudar a compreender o que nos tornamos.

Benoit Fournier vive e trabalha no Brasil.

 

Estudou na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage, no Rio de Janeiro, e economia em Grenoble, estadia que marcou para sempre sua trajetória como artista. Inicia sua pesquisa pela fotografia, passando depois pela gravura, instalação, escultura, pintura e vídeo.

 

A sua obra destaca a ligação entre os seres vivos, visíveis ou invisíveis, imersos numa natureza por vezes desprezada. Eles refletem as emergências da vida e seus fluxos. Um convite à reflexão sobre a nossa relação com o mundo: da interação/comunhão ao conflito/ruptura.

 

Suas referências vêm de artistas do movimento Arte Povera, como Penone, ou de artistas brasileiros como Frans Krajcberg e Ernesto Neto.

bottom of page